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Emanuelle Netto

“A comunicação salva vidas”
  • Tecnologia da Informação
  • Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Projeto

“O rádio da polícia não pode parar”, costuma dizer Emanuelle Netto, de 40 anos, formada em Tecnologia da Informação. As comunicações críticas, explica, são aquelas que, se interrompidas,causam consequências sérias no funcionamento dos “A comunicação salva vidas” serviços públicos. Na área de segurança, em que trabalha há 11 anos, esses danos podem significar a impossibilidade de impedir ou resolver um crime.

Na Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, em que coordena o planejamento das comunicações críticas desde 2011, Emanuelle participou da criação de um sistema integrado de radiocomunicação, conectando órgãos como as Polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, além de instituições federais e de municípios — hoje a secretaria tem acordos técnicos com 33 deles. Ela foi responsável por monitorar as comunicações na Copa do Mundo e nas Olimpíadas, e o sistema foi premiado internacionalmente em 2016.

Na Polícia Militar do Rio de Janeiro, Emanuelle coordenou projetos do Centro de Comunicações e Informática, voltados à comunicação dos agentes de segurança durante suas atividades. Idealizadora do projeto Batalhão Padrão, que não saiu do papel, ela espera que a continuidade das políticas públicas não dependa tanto das mudanças de governo.

Emanuelle Netto – Finalista

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